sexta-feira, 20 de outubro de 2017

DRINK_ME // Whisky: tipos e 3 drinks com a bebida

Juliana Raimo
Colunista de Drinks do Gastronomix


Um pouco sobre o universo dos "whiskys" e suas diferenças de classificação e matéria prima e alguns coquetéis que levam este destilado como bass:

CLASSIFICAÇÃO

1 | ESCÓCIA
- denominação Scoth | Tipo Puro malt / Blended whisky

A Escócia produz, engarrafa e comercializa os seguintes tipos de Whiskys:
Single Malt – malt de uma única destilaria
Blended Malt – mistura de várias maltes
Grain Whisky – única destilaria sem malte
Blended Grain Whisky – mistura de várias Grain Whiskys
Blended Whisky – malte + grain whisky

2| IRLANDA
- denominação Irish | Tipo Malt / Blended

3| EUA
- denominação American Whiskey | Tipo Corn / Bourbon / Rye

4| CANADÁ
- denominação Canadian | Tipo Blend

MATÉRIA PRIMA DE CADA UM 
SCOTCH WHISKY
Matéria prima: Cevada, água, leveduras e turfa
Classificação: Highlands, Lowlands, Campbeltowns e Islays
Exemplo de rótulo conhecido: Black Lable e ChivaS

GRAIN WHISKY
Matéria prima: quirera(milho), água e leveduras
Exemplo de rótulo conhecido: Glenmorangie

AMERICAN WHISKEY (produzidos nos EUA)
Classificação: Rye, Corn, Bourbon
Exemplo de rótulo conhecido: Jack Daniels

RYE
Matéria prima: centeio, levedura, água e carvão vegetal
Exemplo de rótulo conhecido: Jim Beam Rye

CORN
Matéria prima: quirera (milho), cereais(trigo cevada e centeio), leveduras, água e carvão vegetal
Exemplo de rótulo conhecido: Moonshinee

BOURBON (produzido na região de Kentucky)
Matéria prima: milho, água e leveduras
Exemplo de rótulo conhecido: Maker’ s Mark e Jim BeaM

CANADIAN WHISKY (produzidos no Canadá)
Matéria prima: centeio, água e leveduras
Exemplo de rótulo conhecido: Crown Royal

IRISH WHISKEY (produzidos na Irlanda)
Matéria prima: cevada, água, leveduras e turfa
Exemplo de rótulo conhecido: Jameson

Agora, vamos ao que interessa.

1. HOOTS MON 
- Gelo
- 60ml Whisky
- 30ml lilet
- 30ml vermout rosso
- Twist limão siciliano

Em uma coqueteleira, coloque todos os ingredientes com gelo chacoalhe bem. Sirva coado em uma taca previamente gelada e adicione o twist de limão.

2. INK STREET 
- Gelo
- 30ml Rye Whisky
- 30ml suco de laranja fresca
- 30ml de suco de limão Tahiti

Em um copo misturador adicione 3 pedras de gelo e os ingredientes. Mecha bem com uma colher bailarina e sirva em um copo baixo com duas pedras de gelo.

3. ROB ROY 
- Gelo
- 3 gotas de angostura
- 60ml de Whisky
- 60ml de vermout rosso
- Casca de laranja Bahia

Em um copo baixo adicione 2 pedras de gelo C as gotas de angostura. Adicione o whisky e O vermout e por fim o twist da lá laranja adicionando o mesmo a mistura.

OUTROS EXEMPLOS DE DRINKS COM WHISKY:
- Old Fashioned - coquetel de uísque mais consumido no mundo.

- Sazerac - considerado o primeiro coquetel americano.
- Vieux Carré - foi criado em New Orleans por Walter Bergeron no Hotel Monteleone em meados de 1930. Até hoje é o drinque mais famoso do estabelecimento.

- Rob Roy - a bebida criada em 1894, lembra o coquetel Manhattan, mas é feita exclusivamente com uísque escocês. Whisky com vermute tinto e bitter aromático Angostura.

- Manhattan – é um dos principais representantes da coquetelaria americana. É um drinque seco, sóbrio e sofisticado. Possui um sabor onde o uísque prevalecee.

- Whisky Sour – o desafio é equilibrar o azedo com o doce prevalecendo todas as características. É quase que uma “caipirinha” feita de uísque e limão siciliano.

- Rusty Nail - o nome se refere à cor “enferrujada” do coquetel, por conta da mistura com o licor Drambuie. É preparado com uísque, mel e ervas.

- Whisky Mac - bebida pedida pela atriz Greta Garbo em seu primeiro filme falado, "Anna Chistie" (1930). É feito com uísque e vinho de gengibre. Whisky com vinho de gengibre e bitter de laranja.

 - Agradecimentos: Manual prático de bar - Mestre Derivan e Whisky Cocktails - David Biggs 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

CHAZEIRA // Primavera de “Blooming Tea”!

Eloína Telho
Colunista de Chá do Gastronomix

Presenciar a primavera a cada ano é desfrutar da vida. É poder andar pelas ruas buscando o Ipês carregados que enchem os nossos olhos, sentir nos pés as flores de Bougainvilles que cobrem os gramados, esperar pelo cheiro de chuva que ajudará a colorir os Cambuís. É despertar os sentidos, fazer-se presente no mundo, sentir florescer a alma, ainda que no meio do caos.

Para combinar com a estação, recebi, na semana passada, uma surpresa linda e carinhosa de Jamille, seguidora-leitora maravilhosa que já se tornou amiga do coração. Com um bilhetinho lindo, chegaram flores de chá; para o #momentomágico, fui presenteada com primavera de beber, em forma de “Blooming Tea”!  
Flor em forma de chá, da Tealosophy! Gratidão, Jamille!

O “Blooming Tea” ou chá de floração (Hui Fa Cha) não é um tipo de chá; na verdade, trata-se de uma combinação entre folhas de chá branco, verde, oolong ou preto (todos da Camellia Sinensis, lembra? Se esqueceu, corre nos primeiros textinhos que tá tudo explicado!) e pétalas de flores (jasmim, hibisco, crisântemo, rosa, calêndula, amaranto ou osmanto, usualmente). 

Folhas e flores são costuradas a mão, com linha de algodão ou seda, por artesãs chinesas das províncias de Yunnan e Fujian, e secas em trouxinhas do tamanho de nozes; depois de abertas pela água quente, formam imagens que fazem brilhar nossos olhos! Algumas são ainda aromatizadas com flores e frutas, o que faz o desabrochar ainda mais especial, já que atiçam também nosso olfato. Na tradição chinesa, o chá de floração simboliza vida longa e harmonia. Especial, não é? 
A trouxinha fofa!

Para que a experiência sensorial seja inesquecível, você vai precisar de um bule, copo largo ou taça, todos transparentes. Depois de aquecer a água (de 70 a 80oC, dependendo do tipo de chá usado como base; uso 70oC para brancos e verdes; 80oC para oolongs e pretos, neste caso), basta despejá-la sobre a trouxinha com bastante cuidado, ou, depois de verter a água no recipiente, colocar o bulbo lá no fundinho. Em seguida, paciência, pois a “flor de chá” pode levar de 3 a 15 minutos para se abrir. Concentre-se, foque na primavera e desfrute o momento. Esteja presente para apreciar a surpresa que virá daquele bulbo, que irá se abrir lentamente; sinta o aroma, deguste o chá! :) 
E a flor abertinha!

O chá prontinho para beber, com sabor de Primavera...
Essa é de outro tipo, só para mostra que na taça
também super funciona! E fica chiquezinho!

Inicialmente, essas trouxinhas foram criadas com finalidade apenas decorativa e, por isso, as folhas de chá usadas eram de menor qualidade; com o crescente interesse de outros países pelo trabalho primoroso, que culminou na exportação do produto especialmente para o Ocidente, passou-se a utilizar chá premium, de melhor qualidade, para que a experiência da degustação fosse aprimorada. De qualquer modo, depois de beber seu chazinho, você ainda pode usar a flor aberta como enfeite; basta adicionar água no recipiente em que será colocada, para que dure mais uns três dias iluminando a casa!

Se quiser experimentar, pode ser que você encontre essa versão de chá com outros nomes, tais como “Flower Tea”, “Flowering Tea”, “Presentation Tea”, “Artisan Tea”, “Display Tea”, “Art Tea”, “Crafted Tea”, “China Special Tea”. Não tenha medo, dá tudo no mesmo e é lindo e especial, pode testar! E não se esqueça de compartilhar comigo, aqui, por e-mail ou nas redes sociais, sua experiência.

Ah, me acompanhe também pelo Instagram ou Facebook , lá estão as imagens que ilustram na prática tudo o que falamos por aqui, feitas a partir do meu #momentomágico: @chazeira (insta) ou @eloinachazeira (face) . Te espero lá, pra não morrermos de saudade até a próxima quinta, certo?

Beijos e bons chazinhos! Aproveite cada minuto de sua primavera! :)

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

ALMANHAC // O hambúrguer ralou até ganhar carimbo “gourmet”

Rosualdo Rodrigues
Colunista de Variedades do Gastronomix


Agora digam: tem receita mais versátil do que o hambúrguer? Bom… Provavelmente, tem, mas ninguém vai contestar se eu disser que essa combinação de pão cortado em duas metades com um disco de carne no meio é pau pra toda obra.

Símbolo do fast-food, ou seja, comida rápida e popular, o hambúrguer ganhou novas versões e hoje consta nos cardápios de restaurantes chiques, a preços que se equiparam aos de outros pratos considerados finos. Virou o que chamam “gourmet”.
O holandês Diego Buik entrou no Guiness Book por criar o hambúrguer mais caro do mundo,
 que custa R$ 7,5 mil, no restaurante Buik, em Haia
Até chegar aí, porém, o sanduíche protagonizou história longa e tortuosa, de início impreciso e cheia de disse-me-disse. Pra começar, é considerado comida típica dos Estados Unidos, mas sabe-se que foi levado para lá no século 19 por imigrantes alemães, originários da região de Hamburgo — daí o nome.

Os alemães, por sua vez, teriam sido apresentados ao sanduba pelos povos tártaros, vindos da Rússia, que tiveram a ideia de colocar a carne de má qualidade sob a cela dos cavalos, para amaciá-la. Deu supercerto. Dentro de um pão, então… Huuu!

Mesmo assim, não faltam candidatos americanos ao posto de criador da receita. Consta, por exemplo, que na Feira do Condado de Outagamie, Winsconsin, em 1885, um certo Charles Nagreen vendeu almôndega achatada entre dois pedaços de pão. A intenção era que ficasse mais fácil de comer o bolinho de carne.
Peraí, Mr. Nagreen! Mas nesse mesmo ano, em outra feira, a do Condado de Eerie, Nova York, uns tais irmãos Menches estavam comercializando um sanduíche parecido, que batizaram de “sanduíche Hamburguer”. Como o senhor explica isso?

Para completar a confusão, aparece depois o texano Fletcher Davis, visto fazendo sanduíches de carne moída no fim da década de 1880 e lançando sua “invenção” na Feira Mundial de St. Louis, no Missouri, em 1904...

Mas, como dizia Chacrinha, neste mundo nada de inventa, tudo se copia. Vai ver eles estavam apenas seguindo intuitivamente algo que já estava no ar. Uma receita barata, rápida, prática e bem adequada às mudanças que surgiam no estilo de vida no fim do século 18.
A White Castle existe até hoje. Agora com sede em Columbus, Ohio. A rede mantém-se como empresar familiar, nunca apostou em franquias.

Aí, pronto. Apareceram as redes de fast-food — a primeira de hambúrgueres especificamente foi a White Castle Co., em Wichita, Kansas, em 1921 — e o hambúrguer começou a ganhar a América e o mundo>
E onde entra o velho McDonald’s nessa história? A rede (que tem sua história contada no filme “Fome de Poder”) só começou a vender hambúrgueres em 1948. Portanto, as lanchonetes do McDonald’s, no máximo, popularizaram mundialmente o trio hambúrguer, fritas e milk-shake. O que não é pouca coisa.

Fonte principal: “As Piores Invenções da História e os Culpados por Elas”, de Eric Chaline. Foto: hambúrguer da Limoeiro Casa de Comidas, de Curitiba.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

GRÃO DO DIA // 5 melhores cafés em Fortaleza

Alex Melo
Colunista de Café do Gastronomix

Fortaleza é bastante conhecida por suas lindas praias! Isso ninguém pode contestar! Agora, o que dizer sobre seus cafés?! Olha, a gente aqui fez uma seleção muito bacana e cuidadosa das 5 melhores cafeterias em Fortaleza! Com cafés saborosos e ambientes descolados de não deixar nada a desejar com o que já estamos acostumados a ver por aí.

Confira com a gente 5 lugares ótimos para se tomar um cafezinho e bater um bom papo na nossa amada Terrinha da Luz! Tivemos o prazer de conhecer e visitar cada um deles!

Fica aqui a nossa dica para quem busca por bons cafés na terrinha.



 1. Mercado do Café - Benfica

Fomos conhecer o Mercado do Café, no Benfica, e o encantamento e a boa surpresa foram imediatas! Lugar realmente agradável e bucólico em Fortaleza para o seu cafezinho da tarde, ou mesmo pela manhã.

O ambiente tem uma área interna com ar condicionado, e uma externa ao ar livre com uma decoração aconchegante e um pequeno jardim que traz um ar minimalista e ainda mais agradável.

O atendimento impecável, sempre muito atenciosos! Nota 10,0 à cafeteria, que trouxe à Fortaleza um novo espaço unindo gastronomia, arte e uma bonita arquitetura. Prometendo ainda sediar encontros culturais, com exposições de obras e apresentações de artistas locais!

O cardápio, além dos cafés preparados em diferentes métodos: coado no Hario, Clever e espressos, contempla produção própria de pães artesanais, confeitaria e todas as refeições desde o café da manhã até o jantar! Demais, né!

Confira nossa matéria completa sobre o Mercado do Café.

Onde fica: Rua Padre Francisco Pinto, 186 - Benfica, Fortaleza - CE.
Facebook Mercado do Café 

2. La Brasilerie - Aldeota
Pães fresquinhos, café da manhã, bolos de diversos tipos e sabores, além de buffet para almoços e gelatos! Tudo isso em um ambiente ao mesmo tempo rústico e contemporâneo. No coração da Aldeota, pertinho da Praça Portugal, o Empório La Brasilerie lança um conceito contemporâneo que mescla o rústico e o moderno em um espaço bastante agradável, além de contar com estacionamento próprio com manobrista.

O lugar é realmente aconchegante e de cardápio bastante variado. Conta com promoções diárias! E com um atendimento excepcionalmente atencioso. Fica meu destaque para os funcionários super bem treinados e cordiais, além da apresentação dos pratos e cafés, super bem servidos e lindo de se ver!

O empório mistura as delícias de uma padaria, com uma doceria e uma gelateria. O famoso afogatto, de café espresso com nutella e sorvete é simplesmente uma DELÍCIA, com todas as letras. Tem também o Bolo da Vovó de leite ninho, que é super pedido.

As opções são realmente variadas, entre gelatos, doces, salgados, buffet, muitos tipos de pães feitos no próprio empório... com certeza um lugar de destaque e que você tem que conhecer, sendo nascido em Fortaleza ou não.

Confira nossa matéria completa sobre o La Brasilerie.

Onde fica: Rua Tibúrcio Cavalcante, 736 - Aldeota, Fortaleza - CE.
Site La Brasilerie  
3. Amika CoffeeHouse - Meireles
O Amika CoffeeHouse, famosa cafeteria e bastante divulgada entre os fortalezenses e amantes de café, com certeza não pode faltar em sua listinha de check-ins! A casa conta com grãos do dia, ou seja, há sempre uma região com um grão novo, trazendo novidade aos paladares dos mais exigentes no segmento cafeeiro! E digo logo, não deixa nadinha a desejar! 

O espaço é uma delícia, aconchegante e moderno! Com arquitetura contemporânea, o Amika possui dois andares e ambientes, onde o cliente degusta o café onde achar melhor: no balcão, no sofá  ou nas mesinhas lendo uma revista ou acessando seu notebook. Tem wifi gratuito no local. O atendimento também é excelente!

Há diversos tipos de métodos de preparos, além de diferentes tipos de grãos, conforme comentei antes: catuai amarelo, mundo, novo, etc.. Ah, e tem flat white, que eu adoro! Delícia! Fora as comidinhas para acompanhar que também são deliciosas, como os bolinhos de tapioca, a tortinha de café e a mousse de 3 chocolates! Sensacionais!!!

É realmente uma passagem obrigatória para os amantes e apaixonados por café, como nós!

Onde fica: R. Ana Bilhar, 1136B - Meireles, Fortaleza - CE.
Facebook Amika CoffeeHouse  
4. Padaria Pão Na Massa - Cocó
Posso dizer que o episódio com o Pão na Massa foi um achado. Isso mesmo!

A padaria abre para o café da manhã, almoço e jantar com opções diferentes e um charme indescritível. É para se sentir em Fortaleza mesmo, com o clima tranquilo, e uma área externa agradavelmente verde e ventilada.

Com ótimo atendimento e serviço de mesas normalmente lá fora.

O cardápio é bastante variado, com todos os componentes de uma tradicional padaria, além de pizzas e opções de massas, e tendo as sopas como um dos itens mais pedidos e elogiados do lugar!

O cappuccino é bastante saboroso e bem tirado. Dou aqui um destaque para as tapiocas de lá... muito gostosas! Peça pela tapioca de beterraba! Pedimos ela também. E olha, delícia... fica a dica mais fit! =)

Confira nossa matéria completa sobre o Pão na Massa.

Onde fica: Rua Gilberto Studart, 1365 - Coco, Fortaleza - CE.
Facebook Pão na Massa 

5. Benévolo Café e Gelato - Meireles
Tendo o café e o sorvete como especialidades, a Benévolo de Fortaleza, localizada no bairro Meireles e super fácil de achar, deixa nossa experiência com café ainda mais prazerosa.

Como se não bastasse ter tanta delícia, o ambiente da cafeteria é super aconchegantecom uma decoração apaixonante. Agradabilíssimo, como já ouvi muito por aí! E é verdade! Cheio de estilo, criativo e despojado!

O lugar conta ainda com opção de sala de reuniões, para aquela reuniãozinha de trabalho onde não pode faltar um cafezinho para um break! =) Com atendimento excelente, gelatos saborosos, e diversas opções de café, além de opções geladas com nossa bebida preferida.

Para comer? Experimente um dos crepes de lá, são conhecidos por serem deliciosos e bem servidos! A cafeteria conta com wi-fi gratuito.

Com certeza uma visita imperdível para qualquer pessoa na busca de um bom café!

Onde fica: R. Ana Bilhar, 1083 - Meireles, Fortaleza- CE.
Site Benévolo Café e Gelato

Confira também: 5 Melhores Cafeterias em São Paulo.

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

NOTÍCIAS // São Paulo nas Alturas será lançado na quinta, dia 19, na Casa Cor Brasília

Nesta quinta-feira, o jornalista Raul Juste Lores, da Folha de S.Paulo, lança – pela primeira vez em Brasília – seu livro São Paulo nas Alturas. Ele faz o lançamento a convite do arquiteto Hélio Albuquerque e da designer Sônia Peres, que assinam o espaço Vinho e Prosa Lounge na casa Cor Brasília. Às 19h, o arquiteto Daniel Mangabeira comanda um bate papo sobre os temas do livro com Raul Juste Lores e, na sequência, haverá o lançamento do livro. Tanto o bate papo quanto o lançamento em si acontecem na Casa Cor, localizada na QI 9 do Lago Sul, na altura do conjunto 17.

O tema central do livro é arquitetura. Nos anos 1950, uma grande transformação ocorreu em São Paulo: arquitetos modernos passaram a ser mais e mais requisitados por uma renovada indústria imobiliá­ria. Em pouco mais de 10 anos, foram criados os mais icônicos edifícios da cidade, graças à aliança de arquitetos talentosos, como Niemeyer, David Libeskind e Franz Heep, com empreendedores audazes, entre eles Artacho Jurado, Octavio Frias de Oliveira e José Tjurs.

Copan, Itália e Nações Unidas, Conjunto Nacional, o centro comercial Grandes Galerias (hoje conhecido como "Galeria do Rock") e vários outros prédios de grande qualidade arquitetônica foram erguidos nessa época e moldaram para sempre a imagem da capital, espelhando sua pujança, seu dinamismo e sua modernidade.

Em São Paulo nas alturas, Raul Juste Lores reconstitui esse importante período, apresentando a surpreendente trajetória de seus principais personagens, mulheres e homens que deram rumo novo à arquitetura, à construção e à vida urbana no Brasil. 

Para isso, fez uma longa pesquisa de materiais publicados, fez cerca de 200 entrevistas e se debruçou em mais de 80 teses e livros sobre arquitetura e o período. Essa paixão pela arquitetura começou desde quando o autor, de Santos, andava pela rua aos 10 anos. Quando se formou em Jornalismo e trocou Santos por São Paulo, trocou também as caminhadas.

RAUL JUSTE LORES
É jornalista, pesquisador de arquitetura e urbanismo e repórter especial da Folha de S. Paulo. No mesmo jornal, foi editor de Mercado e correspondente em Washington, Nova York, Pequim e Buenos Aires. Recebeu, em 2011, o prêmio Difusão da APCA pelo seu trabalho sobre arquitetura.

SÃO PAULO NAS ALTURAS´
Lançamento em Brasília
Quinta, dia 19, às 19h
Casa Cor QI 9 do Lago Sul, na altura do conjunto 17

EU RECOMENDO // A nova cozinha Nordestina

André Castro (*)
Convidado especial do Gastronomix

Eu gostaria de indicar dois destinos onde vocês conhecerão um pouco mais da Nova Cozinha Nordestina e, claro, ficam situados no nordeste brasileiro. Quando falamos desta ‘Nova Cozinha Nordestina’, na realidade, falamos de um novo olhar sobre ingredientes típicos, com muita técnica culinária e sem esquecer as suas raízes e a cultura local. Assim descrevo o trabalho dos chefs Onildo Rocha e Fabrício Lemos, respectivamente dos premiados restaurantes Cozinha Roccia - João Pessoa (PB) e Origem - Salvador (BA).

Em João Pessoa, para um almoço despretensioso, inicie sentando no Roccia Bar situado na calçada do piso térreo. Peça um Bode Fashioned com Bourbon, angostura, twist de laranja e rapadura para acompanhar uma das panelinhas da casa que pode ser um Rubacão, versão cremosa do baião de dois ou um guisado com farofa de cuscuz e arroz de leite. Pode parecer redundante, mas volte ao mesmo lugar para jantar e suba até o restaurante Cozinha Roccia que fica no primeiro andar logo acima do bar.
Aqui vocês conhecerão um trabalho com muita técnica nos excelentes pratos que saem da cozinha envidraçada comandada por Onildo. Comece com o Capitão de feijão verde, bolinho frito carregado de história e memórias afetivas do chef. Uma leve opção de prato principal é o peixe branco com mousseline de castanha, legumes braseados e vinagrete de caju. Para encerrar, o nordestiníssimo bolo de macaxeira com sorvete de queijo de cabra e calda de rapadura.

Chegando a Salvador, reserve uma mesa no Origem e prepare-se para uma noite memorável. Os chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca trabalham somente com menu degustação servido em 13 etapas que muda todos os dias. Citarei aqui algumas das delícias que podem ou não vigorar no dia da sua visita.
O snack de tapioca com vatapá, camarão e tomate verde é uma inteligente e diferente versão mais leve do acarajé. O peixe com licuri e telha negra encanta com sua beleza e a costela com mousseline de aipim e tropeiro de cuscuz com andu certamente deixará saudades.
As sobremesas são um capítulo à parte, Lisiane arrasa imprimindo diferentes técnicas numa mesma sobremesa fechando divinamente a experiência que é conhecer este restaurante. 

Roccia
Holanda's Prime - Av. Antonio Lira, 536
Tambaú, João Pessoa
Telefone: (83) 98827.7480
Origem
Alameda das Algarobas, 74
Pituba - Salvador
Telefone: (71) 99202.4587

(*) Andé Castro é chef e proprietário do restaurante Authoral em Brasília.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

NOTÍCIAS // As 4 melhores baguetes de Brasília

Sebastián Parasole (*)
Convidado especial do Gastronomix

“Se não tivéssemos pão na mesa de casa era motivo de briga...

Há muito tempo, os pães eram redondos. Uma das histórias conta que o pão em formato cilíndrico seria mais fácil de transportar e cortar com as mãos pelos soldados de Napoleão.

Outra história diz que, em Paris, no ano de 1920, uma lei proibia que os padeiros trabalhassem antes de 4 horas da manhã, e o pão de forma mais alargada permitia uma cocção mais curta.

Existem outras histórias, mas a famosa baguete que conhecemos hoje foi oficialmente reconhecida somente em 1993 e faz parte do patrimônio francês.

O processo para fazer uma baguete é puramente artesanal. O padeiro deve seguir as instruções de produção, respeitando algumas regras e medidas. Os ingredientes autorizados são: farinha, água, levedura e/ou levain e sal; não devendo ter ovo, leite ou óleo.

Crocância, leveza e acidez são características positivas. A baguete tradicional francesa também deve medir entre 55 a 65 cm e pesar entre 250 e 300 gramas.

Existem várias lojas que vendem baguetes em Brasília, porém minha opinião pessoal as 4 melhores baguetes escolhidas em ORDEM ALFABÉTICA são:
1.CARDABELLE
CLN 403 bloco E loja 41
Telefone: (61) 3036.6656

2. CASTÁLIA PADARIA E CAFÉ
CLN 102 bloco D lojas 64/74
Telefone: (61) 3081.8899

3. DYLAN CAFÉ E BAKERY
CLS 315 bloco A loja 15
Telefone: (61) 3363.1294

4. VARANDA PÃES ARTESANAIS
CLN 215 BL D Loja 39
Telefone: (61) 3033.2002
Site: https://www.varandapaesartesanais.com.br/

Lembre-se que o paladar se educa e o cliente escolhe.

Observação: A foto mostra a peça inteira e foto do exterior crocante e interior mostrando tamanho dos alvéolos provocados pela fermentação

Boa descoberta!!!”

(*) Sebastián Parasole é Coordenador Geral de Gastronomia do IESB.